O calor vai subindo,
O sangue vai descendo.
As águas vão fluindo,
O volume vai crescendo.
As mãos ficam tremendo,
Os rostos vão corando.
A pele fica ardendo
E deixa os pelos se eriçando.
As mentes se agarrando,
Mas os corpos se retendo.
Os olhos penetrando,
Mas a vista escurecendo,
Os buracos se abrindo,
Mas nada os adentrando.
O superego agindo
Apesar do ego implorando.
Não faço ideia de quando escrevi isso, mas faz bem pouco tempo.
Sem música relacionada.
12/07/2014
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